quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Que vidinha



A vida insiste em esconder as respostas de muitas incógnitas, não custava nada sabermos mais do que nos é permitido saber. O nosso quotidiano permite-nos desfrutar de algumas inquietudes saborosas mas o que eu verdadeiramente gostava de saber não é se há vida para além do adormecimento eterno, nem se partilhamos o universo com outras entidades, nem mesmo saber se existe alguma personagem que nos comanda como um jogo de playstation…eu só queria perceber porque é que as senhoras quando pedem alguma coisa num qualquer estabelecimento comercial acrescentam sempre uma palavra com terminação em “inho” ao pedido que desejam. Elas nem se apercebem, querem ser simpáticas mas no fundo são é chatas, é uma necessidade que lhes sai das entranhas que evidencia uma mesquinhes irritante; “ Queria um café quentinho”; O empregado por mais que se esforçasse nunca conseguiria tirar o café frio porque sai obrigatoriamente quente da máquina. “ Queria 12 pães tostadinhos”; será que se disserem simplesmente tostados sem o “inho”o funcionário levará a mal? “200g de fiambre fininho.”; Porque é que não dizem fino? É para não confundir com o copo da cerveja? “1 k de bife da pá tenrinho.” Elas não percebem que o facto de reforçarem o pedido com palavras fofinhas é insignificante para quem as serve, aliás até acho que poderá ter o efeito contrário porque os funcionários não estão para as aturar. “Quero o meu bife bem passadinho”; que carinhosas que são…

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